sábado, 21 de abril de 2007
Retirado de uma conversa
Onde será que o ser humano perdeu a sensibilidade? Quando aprenderemos a respeitar todo e qualquer ser vivo nesse ambiente em que vivemos?
Desses encontros
Gosto das noites que me trazem você.
Como a chuva passageira
num dia de calor, sei que será:
de repente, penetrante, recorrente.
Gota a gota me deixo molhar
e não tento prever o amanhã.
E você, quando se vai,
deixa em mim um céu azul
e um gostoso cheiro de chuva...
Como a chuva passageira
num dia de calor, sei que será:
de repente, penetrante, recorrente.
Gota a gota me deixo molhar
e não tento prever o amanhã.
E você, quando se vai,
deixa em mim um céu azul
e um gostoso cheiro de chuva...
sexta-feira, 20 de abril de 2007
quinta-feira, 19 de abril de 2007
Drummond
Ausência
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
terça-feira, 17 de abril de 2007
Liberdade/libertad/libertà/liberté/freiheit/freedom
Existe mesmo? E, se existir, é possível alcançá-la? Eu me acho livre? Sentir-se livre significa ser realmente livre? É necessário ser livre? O que é ser livre?
Do Houaiss:
Grau de independência legítimo que um cidadão, um povo ou uma nação elege como valor supremo, como ideal.
Conjunto de direitos reconhecidos ao indivíduo, considerado isoladamente ou em grupo, em face da autoridade política e perante o Estado; poder que tem o cidadão de exercer a sua vontade dentro dos limites que lhe faculta a lei .
Condição daquele que não se acha submetido a qualquer força constrangedora física ou moral.
Condição daquele que não é cativo ou que não é propriedade de outrem.
Estado daquilo que está solto, sem qualquer empecilho tolhendo os seus movimentos.
Possibilidade que tem o indivíduo de exprimir-se de acordo com sua vontade, sua consciência, sua natureza.
No kantismo bergsonismo ou existencialismo sartriano, a potencialidade (nem sempre concretizada) de escolha autônoma, independente de quaisquer condições e limites, por meio da qual o ser humano realiza a plena autodeterminação, constituindo a si mesmo e ao mundo que o cerca.
No estocismo, spinozismo ou no idealismo alemão, a capacidade inerente à ordem cósmica, tb. concebida como natureza, universo ou realidade absoluta, de existir com autonomia e autodeterminação ilimitadas, que corresponde a um poder semelhante alcançável pelos seres humanos, desde que consigam agir e pensar como parte dessa realidade primordial e abrangente, harmonizando-se conscientemente com seus desígnios .
No marxismo, a aptidão por meio da qual as coletividades ou classes, compreendendo a necessidade das leis da natureza e os condicionamentos que pesam sobre a história universal, transformam o real, com o objetivo de satisfazer suas necessidades materiais e determinar a organização geral da sociedade.
No empirismo e utilitarismo, a capacidade individual de autodeterminação, caracterizada por compatibilizar autonomia e livre-arbítrio com os múltiplos condicionamentos naturais, psicológicos ou sociais que impõem predisposições ao agir humano.
Maneira petulante, audaciosa de agir.
Do Houaiss:
Grau de independência legítimo que um cidadão, um povo ou uma nação elege como valor supremo, como ideal.
Conjunto de direitos reconhecidos ao indivíduo, considerado isoladamente ou em grupo, em face da autoridade política e perante o Estado; poder que tem o cidadão de exercer a sua vontade dentro dos limites que lhe faculta a lei .
Condição daquele que não se acha submetido a qualquer força constrangedora física ou moral.
Condição daquele que não é cativo ou que não é propriedade de outrem.
Estado daquilo que está solto, sem qualquer empecilho tolhendo os seus movimentos.
Possibilidade que tem o indivíduo de exprimir-se de acordo com sua vontade, sua consciência, sua natureza.
No kantismo bergsonismo ou existencialismo sartriano, a potencialidade (nem sempre concretizada) de escolha autônoma, independente de quaisquer condições e limites, por meio da qual o ser humano realiza a plena autodeterminação, constituindo a si mesmo e ao mundo que o cerca.
No estocismo, spinozismo ou no idealismo alemão, a capacidade inerente à ordem cósmica, tb. concebida como natureza, universo ou realidade absoluta, de existir com autonomia e autodeterminação ilimitadas, que corresponde a um poder semelhante alcançável pelos seres humanos, desde que consigam agir e pensar como parte dessa realidade primordial e abrangente, harmonizando-se conscientemente com seus desígnios .
No marxismo, a aptidão por meio da qual as coletividades ou classes, compreendendo a necessidade das leis da natureza e os condicionamentos que pesam sobre a história universal, transformam o real, com o objetivo de satisfazer suas necessidades materiais e determinar a organização geral da sociedade.
No empirismo e utilitarismo, a capacidade individual de autodeterminação, caracterizada por compatibilizar autonomia e livre-arbítrio com os múltiplos condicionamentos naturais, psicológicos ou sociais que impõem predisposições ao agir humano.
Maneira petulante, audaciosa de agir.
domingo, 15 de abril de 2007
sexta-feira, 13 de abril de 2007
quinta-feira, 12 de abril de 2007
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Boa noite
Eu adoro dormir. Mas queria não precisar fazer isso. Só que meus olhos ardem e já não capto mais o que leio. Acho que é hora de dizer boa noite...
Será?
Sempre me pergunto uma coisa: será que quando a gente morre, ficamos sabendo de tudo? Onde tudo começou, onde foi parar o corpo do Ulisses Guimarães, se ETs existem, para que a gente vem a esse mundo... Será? Como eu gostaria... Queria saber tanta coisa...
terça-feira, 10 de abril de 2007
Car j'en veux, hum hum, plus encore!
L'amour (ouça aqui)
L'amour, hum hum, pas pour moi,
Tous ces "toujours",
C'est pas net, ça joue des tours,
Ca s'approche sans se montrer,
Comme un traître de velours,
Ça me blesse ou me lasse selon les jours
L'amour, hum hum, ça ne vaut rien,
Ça m'inquiète de tout,
Et ça se déguise en doux,
Quand ça gronde, quand ça me mord,
Alors oui, c'est pire que tout,
Car j'en veux, hum hum, plus encore,
Pourquoi faire ce tas de plaisirs, de frissons, de caresses, de pauvres promesses ?
A quoi bon se laisser reprendre
Le cour en chamade,
Ne rien y comprendre,
C'est une embuscade,
L'amour ça ne va pas,
C'est pas du Saint Laurent,
Ca ne tombe pas parfaitement,
Si je ne trouve pas mon style ce n'est pas faute d'essayer,
Et l'amour j'laisse tomber !
A quoi bon ce tas de plaisirs, de frissons, de caresses, de pauvres promesses ?
Pourquoi faire se laisser reprendre,
Le cour en chamade,
Ne rien y comprendre,
C'est une embuscade,
L'amour, hum hum, j'en veux pas
J'préfère de temps de temps
Je préfère le goût du vent
Le goût étrange et doux de la peau de mes amants,
Mais l'amour, hum hum, pas vraiment!
L'amour, hum hum, pas pour moi,
Tous ces "toujours",
C'est pas net, ça joue des tours,
Ca s'approche sans se montrer,
Comme un traître de velours,
Ça me blesse ou me lasse selon les jours
L'amour, hum hum, ça ne vaut rien,
Ça m'inquiète de tout,
Et ça se déguise en doux,
Quand ça gronde, quand ça me mord,
Alors oui, c'est pire que tout,
Car j'en veux, hum hum, plus encore,
Pourquoi faire ce tas de plaisirs, de frissons, de caresses, de pauvres promesses ?
A quoi bon se laisser reprendre
Le cour en chamade,
Ne rien y comprendre,
C'est une embuscade,
L'amour ça ne va pas,
C'est pas du Saint Laurent,
Ca ne tombe pas parfaitement,
Si je ne trouve pas mon style ce n'est pas faute d'essayer,
Et l'amour j'laisse tomber !
A quoi bon ce tas de plaisirs, de frissons, de caresses, de pauvres promesses ?
Pourquoi faire se laisser reprendre,
Le cour en chamade,
Ne rien y comprendre,
C'est une embuscade,
L'amour, hum hum, j'en veux pas
J'préfère de temps de temps
Je préfère le goût du vent
Le goût étrange et doux de la peau de mes amants,
Mais l'amour, hum hum, pas vraiment!
De volta
Depois de 9 dias na terrinha, estou de volta a São Paulo. Não pude postar por problemas com a net lá e também por ter que me dedicar ao resumo de um livro de Maria Montessori chamado "A criança". Mas voltei com saudade de escrever aqui! Isso é bom ;)
Para retomar, um trecho do livro em que trabalhei nesses últimos dias, que fala um pouco sobre um dos motivos que me trouxe para o caminho da pedagogia:
"Nada poderá remediar o mal resultante do fato de que todos os homens serão sempre mais "anormais" enquanto sua infância não se puder desenvolver segundo as diretrizes da natureza, mas, ao contrário, sofrer desvios irremediáveis. A energia desconhecida que pode auxiliar a humanidade é a que reside na criança. Devemos, portanto, considerar a criança o destino de nossa vida futura. Quem desejar conseguir qualquer benefício para a sociedade deve necessariamente apoiar-se na criança, não só para salvá-la dos desvios, como também para conhecer o segredo prático da nossa vida. Sob esse ponto de vista, a figura da criança apresenta-se possante e misteriosa, e nós devemos meditar sobre ela porque, trazendo encerrado em si o segredo de nossa natureza, transforma-se em nossa professora."
Para retomar, um trecho do livro em que trabalhei nesses últimos dias, que fala um pouco sobre um dos motivos que me trouxe para o caminho da pedagogia:
"Nada poderá remediar o mal resultante do fato de que todos os homens serão sempre mais "anormais" enquanto sua infância não se puder desenvolver segundo as diretrizes da natureza, mas, ao contrário, sofrer desvios irremediáveis. A energia desconhecida que pode auxiliar a humanidade é a que reside na criança. Devemos, portanto, considerar a criança o destino de nossa vida futura. Quem desejar conseguir qualquer benefício para a sociedade deve necessariamente apoiar-se na criança, não só para salvá-la dos desvios, como também para conhecer o segredo prático da nossa vida. Sob esse ponto de vista, a figura da criança apresenta-se possante e misteriosa, e nós devemos meditar sobre ela porque, trazendo encerrado em si o segredo de nossa natureza, transforma-se em nossa professora."
segunda-feira, 2 de abril de 2007
Troca
Essa achei ótima! Retirada do www.saiugosminha.com.br. O brasileiro é surpreendente... E esperamos a novela do gol acabar. Eu me sentirei honrada pelo milésimo ser enquanto ele joga no meu time do coração. De quebra, um talzinho que dirige o time podia, digamos assim, passar dessa para melhor. Completaria minha festa.
domingo, 1 de abril de 2007
Não é primeiro de abril!
Acordei 4 da manhã para terminar de arrumar as malas. Cheguei em Congonhas 5:30 preparada para esperar (muito) para embarcar no vôo previsto para as 6:10. E qual não foi minha surpresa quando os passageiros foram chamados para embarque pontualmente às 6:00?! Com uma viagem tranqüila, às 7:35 eu já pisava no solo da terrinha. E pagando R$50,00 pela passagem. Miraculosamente, consegui escapar do caos aéreo!
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